O cristão e o desânimo na oração

douglas baptista

A falta de ânimo e o abatimento paralisam muitas pessoas de oração. O desânimo atinge todos indistintamente. Às vezes ficamos desanimados por causa das nossas fraquezas, outras vezes por causa das lutas intensas ou ainda por causa de situações tristes. Lutamos e desbravamos, mas o resultado não é o esperado.


Esforçamo-nos
, gememos e nos sacrificamos e no final a colheita é pouca. Paulo perguntou: “Quem enfraquece, que eu também não enfraqueça?” (2Co 11.29). O abatimento toma conta do nosso ser e pensamos em desistir.


A verdade
 é que passamos a olhar para as dificuldades. Ajoelhamos e queremos orar, mas não sai quase nenhuma palavra. É tudo tão difícil. A carne não consegue orar. Não conseguimos olhar longe o suficiente.


Quando
 estamos sem forças, conseguimos apenas chorar. Mas este é um dos segredos: chorar, chorar e chorar. Quando não sabemos orar como convém, o Espírito ajuda em nossas fraquezas e “intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Rm 8.26).


Vencemos
 o desânimo quando tornamos a olhar para Jesus. Quando deixamos de ver o visível para enxergar o invisível. Quando não deixamos as circunstâncias a nossa volta solaparem a nossa fé.


Se as lágrimas
 cessarem e não tiver mais o que chorar, ore com a bíblia. Leia em voz alta. Uma, duas, quantas vezes precisar. Firme-se nas promessas de Jesus e mantenha a terrível arma do desânimo afastada de sua vida (2Co 4.8).


Pense Nisso!


Douglas Roberto de Almeida Baptista

 

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